
Ora aqui fica:
"A indústria das peles é um negócio milionário, envolvendo desde criadores ou caçadores, que matam e esfolam os animais, negociantes que compram as peles em leilões, costureiros que criam peças com as peles e retalhistas que as vendem em milhares de lojas pelo mundo fora.
Todos os anos mais de 10 milhões de animais selvagens são capturados e vendidos para a indústria das peles, usando uma série de armadilhas cruéis mas que, infelizmente, ainda são legais em muitos países (apenas 88 assinaram um tratado para que as armadilhas de mandíbula fossem banidas, União Europeia neles incluída).
Uma das armadilhas com efeitos mais devastadores é composta por um par de “mandíbulas” de aço, accionadas por molas quando o animal pisa no centro da peça. Os maiores danos não são imediatos mas derivam do facto do animal, em pânico, tentar libertar-se a todo o custo, ferindo-se, partindo ossos e dentes e chegando mesmo a morder a pata até a cortar para se libertar (estudos mostram que cerca de um terço dos animais capturados desta forma se mutilam desta forma).
Para piorar o sofrimento destes animais, é frequente que permaneçam nas armadilhas até 3 dias, antes que sejam recolhidos pelos caçadores. O caçador, de seguida, mata o animal capturado com um tiro, com pancadas na cabeça ou pisando a cabeça e levantando o corpo para partir o pescoço (este último método é recomendado nos cursos de caça!).
Após protestos contra a desumanidade deste tipo de armadilha, a indústria das peles propôs um outro tipo semelhante mas concebido para matar instantaneamente. O sistema é o mesmo mas a armadilha fecha-se sobre o corpo do animal, alegadamente quebrando-lhe a coluna ou o pescoço. Na realidade, apenas 15% dos animais capturados morrem imediatamente, permanecendo os restantes com ferimentos que conduzem a uma morte lenta e agonizante. Estas armadilhas, além de não serem mais que uma manobra publicitária mal sucedida, são nitidamente perigosas para crianças e animais domésticos, pois são frequentemente usadas perto de zonas habitadas.
Para seguir os caprichos da moda, os criadores de animais para peles tentam numerosos tipos de cruzamentos, obtendo variedades com pelagens invulgares mas também frequentemente doentes. Um tipo de vison branco mutante, por exemplo, perde a audição e a visão ao fim de 30 dias de vida.
Actualmente, a industria das peles tem os maiores ganhos não na venda de casacos de pele, pois as campanhas contra sua utilização tem sido eficazes, mas na venda de objectos adornados com pele, como botas, luvas ou golas de casacos. Estes objectos são frequentemente baratos, devido aos meios utilizados nas quintas de criação, pelo que o consumidor é levado a pensar que se trata de pele falsa. "

É incrivel o que fazem aos animais apenas por um produto tão pretendido e tão supérfulo. Sim, porque ninguém necessita de um casaco feito da pele de um animal para se aquecer...
Não nos esqueçamos que ao comprarmos estes tipo de produtos estamos a contribuir para a inexistencia de parte da especie animal.
.jpg)
Muito bem Dani! Excelente artigo, estou orgulhosa de ti!!! Também continuo a escrever no meu blog...achei importante divulgá-lo. Beijinhos Mixela e NÃO ÀS PELES DE ANIMAIS!!!!!
ResponderEliminar